Deixa que queime ate se apagarem as brasas... Renascer das cinzas

sábado, 23 de junho de 2012

Bury all your secrets in my skin Come away with innocence and leave me with my sins The air around me still feels like a cage And love is just a camouflage for what resembles rage again So if you love me let me go And run away before I know My heart is just too dark to care I can?t destroy what isn?t there Deliver me into my fate If I?m alone I cannot hate I don?t deserve to have you Ooh, my smile was taken long ago If I can change I hope I never know I still press your letters to my lips And cherish them in parts of me that savor every kiss I couldn?t face a life without your But all of that was ripped apart when you refused to fight So save your breath, I will not care I think I made it very clear You couldn?t hate enough to love Is that supposed to be enough? I only wish you weren?t my friend Then I could hurt you in the end I never claimed to be a saint Ooh, my own was banished long ago It took the death of hope to let you go So break yourself against my stones And spit your pity in my soul You never needed any help You sold me out to save yourself And I won?t listen to your shame You ran away, you?re all the same Angels lie to keep control Ooh, my love was punished long ago If you still care don?t ever let me know

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Agora que o silêncio é um mar sem ondas, E que nele posso navegar sem rumo, Não respondas Às urgentes perguntas Que te fiz. Deixa-me ser feliz Assim, Já tão longe de ti como de mim. Perde-se a vida a desejá-la tanto. Só soubemos sofrer, enquanto O nosso amor Durou. Mas o tempo passou, Há calmaria... Não perturbes a paz que me foi dada. Ouvir de novo a tua voz seria Matar a sede com água salgada. Miguel Torga

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Dá-me outra vez o sabor da tua pele, As mãos que enlouquecem e me sufocam... Dá-me o prazer quente e amargo de fel, Abraços seguros que me confortam. Rasgas-me o peito, a alma e o olhar, Com a tua fome de carne mundana. Esse teu jeito de querer e tocar, Que prende quem queiseres à tua cama. Verás que a vontade de nao gostar, De nao querer prender, por medo de largar, Serão o teu peso mais insustentável... E então, amor, espero estar a teu lado, E desejar-te mais ao fim do dia... e ter a coragem de negar-te. Ou a covardia. Biana Moreira 8 maio 2012

domingo, 1 de abril de 2012

"Parasse a vida um passo atrás, quis-me capaz, dos erros renascer em ti... e se inventado o teu sorriso for, fui inventor criei um paraíso assim, algo me diz que há mais amor aqui, lá fora só menti, eu já fui de cool por aí... somente só, só minto só"

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Pára

Pára. Deixa-me ao sabor do vento. Deixa-me repousar. Encontrar em mim os pedaços que deixei contigo. Deixa a espuma da maré chegar a mim. Desta vez não tenho medo. Desta vez estou mais sozinha que sempre e não tenho medo, não tentes ser o pilar que não preciso que sejas. És mais um vendaval que uma corrente. Na verdade tens uma hábil qualidade de ser os dois. É preciso largar-me da tua forma de agarrar.

Guardarei as nossas memórias no lugar mais suave. Prometo que as levo comigo para sempre, para aquele sítio onde julgámos um dia caminhar em conjunto. Esse tempo já não nos pertence. Onde é que deixámos o carinho que perdemos? Onde é que ficámos? Dói largar o amor que acabámos por deixar nos cantos onde nos amámos um dia.

Porque vai haver um dia em que só vai restar o perfume do que foi dito… e mesmo que o queiras apagar ele não se vai embora. Nunca. E nesse dia espero poder senti-lo com carinho. Transformas as nossas cinzas em lama. Outra vez… Por vezes parece que já não te conheço.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

...

Perco-me no teu toque
Aceso, frio e desconcertante,
Na tua malícia de amante...
Deixo que me reconforte

Perco a calma que ainda guardo,
A mente à força da paixão..
Os nossos gemidos cheios de solidão
arrastam-me em chama. E ardo.

Perco-me no que me mostras
Para nunca mais me encontrar,
Ao sabor das palavras soltas...

Consomes tudo o que há para queimar
E eu guardo as cinzas do meu corpo,
Deste amor que nunca me vou perdoar...

31 Janeiro 2012

:')

Hoje escrevo para mim e para ti, sem saberes que existes no meu ser. Hoje e sempre.
Escrevo o que me vai na alma.
Se algum dia souberes de mim, espero que me encontres aqui,
no lugar onde não se cresce, no lugar dos sonhos,
na Terra do Nunca.